Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO ATACADO FARMACÊUTICO
São Paulo, 08 de Setembro de 2010
Enquete

O que você achou deste site?



  Confiança do brasileiro persiste


O número das pessoas que se sentem mais à vontade para comprar bens duráveis aumentou. Elas têm mais segurança em relação à estabilidade da economia. Consumidores das regiões Norte e Centro-Oeste são os mais otimistas.Os consumidores do País continuam otimistas com o rumo da economia. O Índice Nacional de Confiança (INC), apurado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e o Instituto Ipsos, ficou 146 pontos, 17 pontos a mais do que o registrado em igual período do ano passado. Houve ligeira queda, de três pontos, em relação a janeiro, mas a diferença não altera a tendência de otimismo.
"As perspectivas para o comércio são favoráveis por causa da proximidade do Dia das Mães e da realização em seguida da Copa do Mundo, na África do Sul", disse Emílio Alfieri, economista da ACSP.
A Copa do Mundo deverá aquecer as vendas da linha marrom, de televisão e vídeo. Alfieri afirmou que nem o fim dos subsídios fiscais para os produtos da linha branca, previsto para acabar neste mês, deverá alterar esse quadro.

Inflação
"Os dados mostram, e confirmam, que teremos um ano de crescimento. Mas os consumidores, os empreendedores e, sobretudo, os governantes precisam estar atentos para não cairmos na via fácil da inflação", afirmou o presidente da Associação Comercial, Alencar Burti.
A queda registrada no INC de janeiro para fevereiro não muda nada na análise deste cenário, de acordo com o economista da ACSP. Alfieri observou que uma acomodação no índice de confiança do consumidor, depois de uma ascensão abrupta, era esperada. "O índice não poderia subir indefinidamente", disse. "E o fato de cair três pontos não quer dizer que vai baixar de novo em março. O INC ficará na faixa alta de 140 pontos."

Escalada
O economista lembrou que a partir de maio de 2009 o índice subiu rapidamente, refletindo a recuperação da economia do País diante da crise financeira internacional. A escalada do INC ocorreu até o fim de 2009 e, depois da virada do ano, em janeiro, bateu o recorde de 149 pontos. Além disso, os três pontos de diferença fazem parte da margem de erro prevista para o tipo de pesquisa.
O levantamento realizado em fevereiro indicou que os consumidores das regiões Norte e Centro-Oeste são os mais otimistas com a economia brasileira. O INC das regiões foi de 172 pontos. Em seguida, está a região Sul com 151 pontos. "Essas regiões foram beneficiadas com safras agrícolas recordes", disse Alfieri. "Isso se reflete no otimismo das pessoas", completou. O índice de confiança da região Sudeste foi de 146 pontos e o do Nordeste, de 126 pontos.
Dentre as classes sociais, a C revelou-se a mais otimista em fevereiro com índice de 151 pontos. As classes A e B ficaram com 139 pontos.
Neste último estudo, os entrevistados se disseram mais seguros em relação ao emprego. Por isso, o número daqueles que se sentem mais à vontade para adquirir eletrodomésticos aumentou. De 43% dos entrevistados em janeiro, o grupo passou a ser de 45%. A confiança dos consumidores no futuro da economia reflete essas duas questões anteriores. Do total dos entrevistados, 46% acham que a economia vai ficar mais forte nos próximos seis meses.
Fecomercio-SP – Outra pesquisa, feita apenas com consumidores da cidade de São Paulo, indicou tendência semelhante ao levantamento da Associação Comercial. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), registrou queda de 1,5% de janeiro para fevereiro, chegando em março a 156,7 pontos, uma alta expressiva, de 22,2%, em relação a igual período do ano passado.



Rua Machado Bittencourt, 205 Cj.56 São Paulo - SP 04044-000  |  Fone: 55 11 5080-3636  |  Fax: 55 11 5080-3635